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quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Os irmão Campos

Os irmão Campos.

Haroldo e Augusto de Campos tornaram-se conhecidos no meio literário brasileiro, e internacional, pela adesão e recriação de um tipo de poesia que ele mesmo denominaram CONCRETA. O nascimento do movimento concretista está ligado a sua carta manifesto (manifesto da poesia concretista – lei abaixo) de 1958. Evidentemente, para que houvesse a necessidade estética, literária, poética e política de se escrever um manifesto ele não é a primeira expressão da poesia concreta, mas, pelo contrário, o ápice.

Na entrevista de Haroldo ao Roda Viva, (que vocês podem assisti abaixo uma parte) ele enfatiza alguns elemento que caracterizaria a poesia concreta e explica o termino do movimento da poesia concretista, ao menos de sua parte. Ai a ênfase do movimento em uma “nova” percepção da linguagem. O nova está com “” porque é preciso notar que é nova em relação ao estado da literatura brasileira da época (1958), que, inclusive ai – ou melhor AQUI – já havia assistido, não sem surpresa os experimentalismo do modernismo como, na poesia, o exemplo de Oswald de Andrade. Mas essa “nova postura em relação a linguagem” parece estar estreitamente ligada com as teorias estruturalista da linguagem formuladas por Fernand de Sassuse e desenvolvida em várias direções pelos lingüistas russos e filósofos franceses, antes e depois do manifesto da poesia concreta de 1958 pelo nosso trio heróico (Décio Pignatari, Augusto e Haroldo de Campos) no Brasil.

O concretismo traz em sua raiz um elemento polêmico, uns quiseram revolucionário – ao menos no âmbito formal. Este quanto postula:


Haroldo de Campos no Roda Vida:




Augusto de Campos (Recriar):



Jards Macalé interpreta Augusto e Haroldo de Campos:
(Diante de Cristo)



Visite também:

Site do poeta Augusto de Campos:

http://www2.uol.com.br/augustodecampos/home.htm

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